Bastidores, Coriolano Filho

Afastamento 

Ontem o vereador Bebé Taxista, autor do requerimento que resultou na instalação da “CPI da Saúde”, revelou que a Comissão pedirá o afastamento do prefeito Assis Ramos. Não explicou o motivo. Agora que a Comissão começou a trabalhar, não havendo ainda elementos que justifiquem tal medida. Na sexta-feira, os membros da CPI queriam entrar no setor de UTIs do Hospital Municipal de Imperatriz (Socorrão), mas foram impedidos, porque não é permitida a entrada de mais de uma pessoa. Os vereadores oposicionistas entenderam isso como uma obstrução do trabalho da CPI, e daí teriam decidido pedir ...

Leia a Coluna completa...

Fora da Pauta, Willian Marinho

Catho

 

Uma sugestão aos vereadores da oposição: que tal trocar o nome da CPI da Saúde para CPI da Catho? É que esta comissão não foi instalada para melhorar a saúde da cidade, e sim investigar os contratos entre a prefeitura e a empresa Catho, e com um detalhe, entre um dos objetivos da CPI já foi inclusive arquivado, o que dará em nada. A instalação foi para apurar possíveis erros no contrato com esta empresa, e não pode ser desviada. Sei bem que o vereador Fabio Hernandes, que é o relator, apresentou requerimento pedindo que ...

Leia a Coluna completa...

Linha de Fundo, Dema de Oliveira

Repeteco
Mais uma vez o Moto nadou e morreu na praia. Depois de um turno muito bom, em que terminou em primeiro lugar na chave A3 e por isso teve o benefício de decidir em casa, o Papão ficou pelo segundo ano consecutivo no meio do caminho em sua intenção de voltar a Série C e daí para as outras séries. Foi eliminado em pleno Castelão, em São Luís, pelo Floresta do Ceará, ao perder por 2 a 0.  Ano passado aconteceu a mesma coisa, só que na fase seguinte. Foi eliminado pelo Imperatriz, também em São ...

Leia a Coluna completa em...

Coluna do Lima Rodrigues

Cidadão Parauapebense

Fiquei muito honrado e feliz com a homenagem que recebi ontem da Câmara de Vereadores de Parauapebas (PA). Agora, sou Cidadão Honorário desta pujante cidade do sudeste do Pará, onde moro há oito anos. A cerimônia foi presidida pelo vice-presidente da Câmara, Horácio Martins (PSD).

A indicação da homenagem foi feita pelo jovem vereador Rafael Ribeiro (MDB) e aprovada por unanimidade numa sessão no final do ano passado.

 Leia a Coluna completa em...

Meus Rabiscos, Nelson Bandeira

PADRE PERDEU A PACIÊNCIA

... Desconjuro! Aí Pai Santo! É um animal irracional! Mas não teve jeito, o jumento recebeu uma mãozada de pilão no seco da testa, para nunca mais fazer cocô no pátio da Igreja – hipoteticamente, houve esse disse me disse - A lei da inquisição... Dura lex, sed lex.

O acontecido foi na área externa da Casa Deus, numa cidade vizinha e/ou aproximadamente daqui. Com a maldade cometida pelo padre da paroquia (há bastante tempo), ao ponto de Perder a Paciência... Tudo tem limite, em suportar algo molestoso ou incomodativo.

Os presbíteros da época eram todos Italianos, muitos deles, com neuroses de guerra, e foram se espalhando mundo a fora, para pregar a paz e outros preceitos eclesiásticos.

Mas o nosso indelével carpinteiro da humanidade, também tem seus momentos de efervescência... Por isso que ELE bradou bem alto e de bom som...

“Ai de vós, hipócritas! Essa expressão de Jesus contra os religiosos exploradores, falsos, desumanos, da sua época, entrou na história e dela não saiu”.

Pois é. Se flores têm espinhos, se machuca com jeitinho; esbravejou lá pelo século IV, como Grande Arquiteto do Universo, já tinha exarado sua cartilha dos bons costumes.

Facto de preparar algo para ser utilizados; esses peregrinos passaram por um processo de seminarista, graduação em filosofia e teologia, pelo um período de oito anos, para até ser tratado de reverendíssimo.

Acontecimento no período de tempo anterior ao presente, à vida deles não era fácil; tinha seu papel com sua Paróquia; ainda fazia montado no lombo de um burro suas desobrigas, praticando a catequese do sacramento nas povoações longínquas de seus municípios sede.

 

Leia a Coluna completa em...

Crônica da Cidade, Aureliano Neto

O que é que eu queria ser

Manuel Bandeira tem um poema que marcou a existência de muita gente (boa ou não, tanto faz). Nome do poema Pneumotórax. Uma construção poética, de grande intensidade lírica, realizada com uma técnica perfeita, na qual o autor de Libertinagem faz uso do verso livre, recorrendo à harmonia sonora das palavras e dando a elas vigor estético, como se fosse uma sinfonia, para chegar ao epílogo apoteótico dos dois últimos versos: - Então, doutor, não possível tentar o pneumotórax? / - Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino. Além dessa conclusão poética escatológica, o segundo verso do poema é uma dessas preciosidades eternas: A vida inteira que podia ter sido e que não foi.

Aí está tudo. Bandeira soube sintetizar as impossibilidades do mundo, do cotidiano, da encruzilhada sem saída, do caminho sem fim, sem esperança. Enfim, a única coisa a fazer é tocar um tanto argentino. Ou, aproveitando o conselho poético, a única a fazer tocar um samba brasileiro. E a gente vai levando, mesmo com toda trama, com toda lama e com todos os dramas.

Ultimamente, tenho-me dado ao luxo de fazer algumas meditações, embora não seja monge e muito menos pretenda sê-lo. Coisas do cotidiano. E isso pra não ficar a tocar um tango argentino ou um samba bem brasileiro. Cheguei a uma óbvia conclusão: o capitão Bolsonaro e o Moro, este um espectro de juiz (de Direito, não; que me perdoem aqueles que adoram títeres e vassalos de interesses escusos) são casos perdidos. Ambos representam as maiores farsas da história do Brasil, desde a época dos índios, que Caminha disse que não tapavam as suas vergonhas, até os índios atuais, ...

 

Leia a Coluna completa em...

Caminhos por onde andei, Clemente Viegas

O JIPE DE CHIQUITINHO

(Este texto foi escrito e publicado em O PROGRESSO há mais de vinte anos. Certo dia, do nada, recebi um telefonema de uma figura que jamais a vi nesta vida: era a filha do personagem que se manifestava interessada em publicá-lo num livro que acabara de escrever EM MEMÓRIA ao seu pai. Pedia autorização. Não me fiz de rogado, porém nunca recebi sequer um exemplar da obra. A vida tem dessas coisas).

Início dos anos 50.  Eu deveria ter uns seis anos de idade “aprendia a ler” na Escola do Tio Mundico, com obrigações a “argumentos em tabuada” aos sábados; bolos de palmatória tinindo, olhos vermelhos, coração em súplica e joelho ao caroço de milho, na releitura da lição. Esse merendão de encher bucho e estimulante à frequência escolar, bancado pelo governo, estava longe dali para frente em quase meio século. Tio Mundico era um solitário e voluntário facho de luz naquelas trevas do analfabetismo em foice e facão. Luz elétrica, bicicleta, picolé, pasta-de-dente, esferográfica, água gelada e a gente nem sabia se isso existia. E um “sapato” aos pés... era só de tempos em tempos – e olhe lá!!!

Era tempo de verão. Verão em que todo o bicho pode andar. Numa frente de serviço, bancada não sei por quem, melhorou-se ali uma tal “estrada de rodagem”, que era o que alguns também chamavam de “estrada real”. Pois bem, logo-logo anunciou-se que daí a uns vinte e poucos dias, ali passaria o Jipe de Chiquitinho – um velho político, daquelas bandas mais adiante, experimentado nas artes e artimanhas de ganhar eleições, em tempos de urnas de pau, amarradas com barbante. ...

 

Leia a coluna completa em...

Direito do Trabalho, Prof. Dr. Fernando Belfort

Gestante, rejeição e indenização substitutiva.

Meus amigos. Cinge-se a controvérsia acerca da possibilidade de ser deferida ou, não indenização substitutiva nos casos em que há recusa injustificada de uma empregada gestante à proposta de retorno ao trabalho.

O TST firmou jurisprudência no sentido de que a recusa à reintegração não constitui renúncia à estabilidade provisória, porque a norma constitucional se destina à proteção não apenas da empregada gestante, mas também do nascituro.

Contudo, há particularidades nos autos que afastam a aplicação desse entendimento, senão vejamos.

U’a auxiliar administrativa, após o parto, promoveu reclamação trabalhista e pediu a “indenização correspondente ao período da estabilidade provisória da gestante, sem, no entanto, requerer a reintegração”. Disse mais “que tinha sido dispensada ao término do período de experiência e, cerca de um mês depois, soube da gestação”. A empregadora, ao ser informada da gravidez, chamou-a para conversar e propôs a reintegração, conforme conversa mantida por meio do aplicativo WhatsApp transcrita nos autos e de telegramas, mas não obteve resposta.

O juízo da 12ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte determinou a imediata reintegração ao emprego, nas mesmas condições anteriores, e deferiu a indenização estabilitária referente ao período entre o desligamento e a data do envio do primeiro telegrama. ... 

Leia coluna completa em...

PUBLICIDADE
AGORA NA RÁDIO
O Progresso - Capa do Dia
Caderno de Domingo
REDES SOCIAIS
ENQUETE
Você é a favor da Reforma da Previdência?
Ver parcial
Sim
Não
Não Sei
Voltar
QR Code - O Progresso
QR Code - OpPlay
Publicidade Institucional